A declaração foi feita nesta quinta-feira (26) durante visita ao
complexo industrial da Brainfarma, em Anápolis(GO).
Eu sou do tempo em que as pessoas pobres iam ao médico, recebiam a receita e levavam para casa, colocando-a embaixo do travesseiro ou em um copo na prateleira, esperando o dinheiro chegar para comprar o remédio. Como o dinheiro não chegava, muitas vezes as pessoas morriam sem poder comprar o medicamento, discursou o presidente.
Lula afirmou que o programa
Farmácia Popular é uma política públicacriada para garantir, à população, acesso a medicamentos essenciais, o que, na avaliação do presidente, representa um
direito humanitário fundamental.
Obrigação do Estado
O presidente lembrou que o programa garante 41 remédios de uso contínuo e que, segundo o Ministerio da Saúde, há medicações disponibilizadas que chegam a custar R$ 1 milhão no mercado.Se a pessoa não pode comprar, o Estado tem a obrigação de fazer com que ela esse direito. Muita gente acha que isso é gastar muito dinheiro. Eu, sinceramente, não vejo limite de investimento melhor do que colocar dinheiro para salvar a vida de homens, mulheres e crianças neste país, disse.

